- Que chato, mamãe, os pequenos destroem tudo!
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
As centopeias
Estávamos na festinha da Gabriela no sábado passado, cujo tema era jardim. Na frente da mesa do bolo, várias centopeias. Toda hora alguma criança ia lá e derrubava todas elas. Miguel se levantava, ia até lá e arrumava todas de volta no lugar. Depois de fazer isso umas dez vezes e fala indignado:
Quem sabe mais?
Depois de ficar uma semana na casa da vovó:
- Mamãe, você tem que fazer pra mim uma vitamina igual a receita da vovó! Coloca manga, ameixa, mamão e aveia. Depois coloca o leite. A vovó fazia pra mim todo dia! Por que você nunca fez pra mim?
********************************
Logo depois, de volta à casa da vovó:
- Vovó, vem ver como a minha mãe faz a compressa no meu olho. Olha bem, vovó! Viu? Aprendeu?
Eita bichinho exigente!
Sossegar o facho
Miguel de castigo pergunta:
- Mamãe, até quando eu vou ficar de castigo.
- Até você sossegar o facho.
- Tá bom!
Passa um tempinho.
- Mamãe!
- O que foi, Miguel?
- O que é sossegar o facho?
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Meu grudinho
Faz tempo que não escrevo. Não por falta de história, mas por não conseguir processar tanta história.
O pequeno está passando alguns dias na casa dos meus pais. Ontem, por telefone:
- Mamãe, posso fazer duas perguntinhas?
- Claro, filho!
- A primeira é que você é linda!
- E a outra?
- Quando você chegar aqui na casa da vovó, fala assim "Miguel você é meu grudinho"!
Nenhuma pergunta, só afirmação fofa! E já tô imaginando o monte de abraço que vou ganhar daqui a pouco quando disser que ele é meu grudinho.
O pequeno está passando alguns dias na casa dos meus pais. Ontem, por telefone:
- Mamãe, posso fazer duas perguntinhas?
- Claro, filho!
- A primeira é que você é linda!
- E a outra?
- Quando você chegar aqui na casa da vovó, fala assim "Miguel você é meu grudinho"!
Nenhuma pergunta, só afirmação fofa! E já tô imaginando o monte de abraço que vou ganhar daqui a pouco quando disser que ele é meu grudinho.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
A Branca de Neve e os 6 anões
A turminha do Maternal II do turno contrário ao do Guel fez a apresentação da Branca de Neve e Miguel insistiu muito para assistir. Acontece que ele é louco por palco e tenho evitado apresentações, porque ele sai chorando, querendo ir pro palco também.
Enfim, começa a peça. Entram os sete anões e ele conta apenas seis:
- Mamãe, só tem 6 anões, por que não posso ser o anão que está faltando?
E dá-lhe chororô!
Enfim, começa a peça. Entram os sete anões e ele conta apenas seis:
- Mamãe, só tem 6 anões, por que não posso ser o anão que está faltando?
E dá-lhe chororô!
domingo, 4 de dezembro de 2011
Pedidos de Natal
Guel vive agora pedindo um irmãozinho. Fez esse pedido de Natal e de aniversário.
- Guel, o que foi mesmo que você pediu pra Papai Noel?
- Uma Batcaverna!
- Ué, não foi um irmãozinho?
- Não, mamãe, um irmãozinho foi pra Papai do Céu!
Esperto, não?
- Guel, o que foi mesmo que você pediu pra Papai Noel?
- Uma Batcaverna!
- Ué, não foi um irmãozinho?
- Não, mamãe, um irmãozinho foi pra Papai do Céu!
Esperto, não?
A barrigona
Estávamos subindo a escada da escola e vinha descendo uma senhora muito gorda. Na sua pequeneza, Miguel olha pra cima, se depara com aquela barriga enorme e solta bem alto:
- Que barrigona!
E eu não sabia onde enfiava a cara de tanta vergonha. No outro dia, na casa da vovó, fui contar a história.
- Guel, não tem problema falar da barriga do vovô, porque ele é da família e acha engraçado, mas não pode falar dos outros, as pessoas ficam tristes. - tentou alertar a vovó.
Reforcei, então, que esse tipo de coisa a gente só fala na família. Voltamos pra casa e estamos vendo TV. Passa uma grávida com uma barriga enorme e eu falo:
- Olha a barrigona dela, Guel!
E ele muito sério:
- Não pode falar, ela não é da minha família!
Tome, mamãe!
- Que barrigona!
E eu não sabia onde enfiava a cara de tanta vergonha. No outro dia, na casa da vovó, fui contar a história.
- Guel, não tem problema falar da barriga do vovô, porque ele é da família e acha engraçado, mas não pode falar dos outros, as pessoas ficam tristes. - tentou alertar a vovó.
Reforcei, então, que esse tipo de coisa a gente só fala na família. Voltamos pra casa e estamos vendo TV. Passa uma grávida com uma barriga enorme e eu falo:
- Olha a barrigona dela, Guel!
E ele muito sério:
- Não pode falar, ela não é da minha família!
Tome, mamãe!
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