sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A Branca de Neve e os 6 anões

A turminha do Maternal II do turno contrário ao do Guel fez a apresentação da Branca de Neve e Miguel insistiu muito para assistir. Acontece que ele é louco por palco e tenho evitado apresentações, porque ele sai chorando, querendo ir pro palco também.

Enfim, começa a peça. Entram os sete anões e ele conta apenas seis:

- Mamãe, só tem 6 anões, por que não posso ser o anão que está faltando?

E dá-lhe chororô!

domingo, 4 de dezembro de 2011

Pedidos de Natal

Guel vive agora pedindo um irmãozinho. Fez esse pedido de Natal e de aniversário.

- Guel, o que foi mesmo que você pediu pra Papai Noel?
- Uma Batcaverna!
- Ué, não foi um irmãozinho?
- Não, mamãe, um irmãozinho foi pra Papai do Céu!

Esperto, não?

A barrigona

Estávamos subindo a escada da escola e vinha descendo uma senhora muito gorda. Na sua pequeneza, Miguel olha pra cima, se depara com aquela barriga enorme e solta bem alto:

- Que barrigona!

E eu não sabia onde enfiava a cara de tanta vergonha. No outro dia, na casa da vovó, fui contar a história.

- Guel, não tem problema falar da barriga do vovô, porque ele é da família e acha engraçado, mas não pode falar dos outros, as pessoas ficam tristes. - tentou alertar a vovó.

Reforcei, então, que esse tipo de coisa a gente só fala na família. Voltamos pra casa e estamos vendo TV. Passa uma grávida com uma barriga enorme e eu falo:

- Olha a barrigona dela, Guel!

E ele muito sério:

- Não pode falar, ela não é da minha família!

Tome, mamãe!